
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
E lá se foram 4 anos...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Guerra Cambial - o que vem a ser isso??
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Dilemas Econômicos

domingo, 26 de setembro de 2010
A origem das boas ideias
Fuçando pela internet achei um vídeo sensacional do TED (evento em que ocorrem as melhores palestras do mundo) que trata justamente sobre esse tema.
Infelizmente não consegui achar uma versão do vídeo com legendas, então segue um pequeno resumo pra quem tiver dificuldades com o inglês.
Ideias levam tempo para amadurecer
É muito comum pensarmos naquela ideia genial que mudou o mundo do dia pra noite. Porém, na realidade uma ideia leva tempo até que seja transformada em algo palpável que cause impacto na vida das pessoas.
Para inovar e criar uma empresa a partir de uma ideia, é fundamental saber que ideias levam tempo para amadurecer e tomar a forma de algo que seja realmente aplicável na prática.
Boas ideias são um somatório de palpites
Uma ideia sozinha não serve pra muita coisa. Se você quer construir algo relevante, saiba que muitas outras ideias serão somadas à ideia inicial. Inclusive, se você pretende fazer uma ideia ter impacto, se prepare para ouvir palpites contrários à sua opinião.
Saber ouvir as pessoas e agrupar palpites à sua ideia é o que diferencia as pessoas que conseguem construir algo das que ficam só no mundo das ideias.
A inovação quando as pessoas estão conectadas
O pensamento comum é de que as ideias inovadoras surgem quando você está trancado em um laboratório focado em resolver algum problema específico e tem a sorte de pensar em uma ideia genial. Porém, a construção de uma boa ideia (soma de palpites) é acelerada quando você se conecta com outras pessoas.
Pra resumir, tem uma frase muito bacana do vídeo: A sorte favorece as pessoas que estão conectadas.
Conclusão
Na prática, pra que sua empresa tenha um grande diferencial competitivo, você precisa ser uma máquina de geração e execução de ideias.
Se você quiser se aprofundar no assunto, recomendo muito ouvir o episódio 1 do Empreendecast: como gerar ideias para sua empresa.
Abraços,
Millor Machado (a favor de boas ideias)
Obs.: Impressionante como os corretores ortográficos ainda não aprenderam que ideia não tem acento!
http://www.saiadolugar.com.br/2010/09/24/a-origem-das-boas-ideias/
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
"Calculadora maluca" diz quando comprar e vender ações da Bolsa
Ferramenta nasceu de conceitos de economia, geometria e astrologia; analistas alertam para riscos de métodos que parecem mágicos
Criada no início do século passado pelo matemático e operador de mercado norte-americano William Delbert Gann, a Calculadora dos Quadrados Naturais é composta por réguas circulares e retangulares, números e ângulos. A partir do posicionamento das réguas em datas e números (que podem significar preços ou pontos), os ângulos formados entre elas ditam se o momento é de virada de preços (“turning points”), suporte (valor mínimo) ou resistência (valor máximo). Há uma legenda para indicar o que significa cada ângulo.
Com a ferramenta, Barros diz que foi possível prever os pontos máximos do Ibovespa – o índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) – em 2008 e 2009. Em um relatório publicado em 2007, o economista havia ditado o comportamento do índice para o ano seguinte. Para chegar aos números, ele posicionou as réguas nos ângulos que, na legenda, correspondiam aos pontos de máximas. Além disso, o uso da calculadora requer também o conhecimento de um componente da análise gráfica tradicional, que é a observação da performance do preço do ativo na história, segundo Barros.
“Antes de ler a calculadora, é preciso conhecer o histórico do mercado e analisar graficamente se o movimento é de ascensão ou declínio”, explica. Pelo histórico do ativo, o analista projeta os ciclos no futuro e identifica se a trajetória é para cima ou para baixo. Para isso, Barros possui uma base de dados e estuda constantemente o comportamento das commodities, ações ou índices de ações. Para este ano, ele diz que as réguas apontam para um terceiro trimestre ruim para o Ibovespa. “A tendência é de baixa até 2012”, completa.

Calculadora dos Quadrados Naturais foi elaborada a partir de conceitos de astrologia, geometria, economia e religião
Calculadora dos Quadrados Naturais foi elaborada a partir de conceitos de astrologia, geometria, economia e religião
Método atemporal
Para fazer projeções como a do Ibovespa, Barros diz ter estudado a Calculadora dos Quadrados Naturais e seu criador, o matemático William Delbert Gann, durante mais de quatro anos. “Eu atuava no mercado desde 1985, mas em 2006 decidi deixar tudo e me dedicar ao estudo do método de Gann, que eu já conhecia um pouco”, conta.
Comentário: Eu ainda prefiro Análise Técnica e Análise Fundamentalista.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
“O autoengano e a economia”, por Hugo Meza e Marcus Eduardo de Oliveira
23 de agosto de 2010
Alguns dos títulos de livros de autoajuda disponíveis nas prateleiras das livrarias brasileiras, dentre outros, são: “Quem pensa enriquece”; “10 respostas que vão mudar sua vida”; “Mentes brilhantes, mentes treinadas”; “Como fazer os deuses trabalharem para você”.
Todos esses títulos, e mais um monte deles, classificados como de autoajuda, objetivam encorajar as pessoas a acreditarem que podem cumprir seus objetivos, que são capazes e que, cedo ou tarde, vencerão num mundo cada vez mais marcado pela dinâmica da competição e do “salve-se quem puder”.
Dados da Câmara Brasileira de Livros, corroborado pelas listas de livros mais vendidos divulgados em jornais e revistas de grande circulação nacional, mostram nos últimos anos um crescimento exponencial desse tipo de literatura no país, o que indica, certamente, que cada vez mais, as pessoas perseguem seus objetivos coadjuvados por elementos motivacionais. A lista desses títulos, reiteramos, é extensa e seus autores estão mais populares a cada dia. Desse modo, isso nos permite fazer algumas considerações pertinentes, uma vez que a palavra-chave, neste tipo de literatura é motivação.
O termo motivação deriva do latim movere, que significa mover, perseguir objetivos. É mais ou menos isso que os livros acima citados pretendem fazer: mexer com os ânimos internos de tal forma que possam viabilizar ou, pelo menos, estimular a tentativa de levar cada um ao objetivo final, qual seja: conseguir os resultados esperados.
Ao se valer deste tipo específico de literatura, procurando ajuda externa para animar a vontade interior, reside, todavia, uma pergunta que nos leva à reflexão e que permite, por conseguinte, alguns desdobramentos: isso seria um ato de autoajuda ou de autoengano?
O biólogo Robert Trivers, considerado o principal expoente da Psicologia Evolutiva, defende que os humanos evoluíram para acreditar em mentiras que os façam se sentir melhores e que justifiquem, doravante, suas atitudes. Nessa mesma linha de raciocínio, o economista brasileiro Eduardo Giannetti da Fonseca escreveu uma obra precisamente com um título bem provocador: “Autoengano”.
Na obra, Giannetti discute a possibilidade de que nós humanos estejamos seriamente enganados sobre nós mesmos e sobre crenças, paixões e valores que nos governam. Estaríamos, na opinião desse autor, numa espécie de completo autoengano – por vezes, sem mesmo nos darmos conta disso. Este autoengano seria, portanto, mais complexo e perfeito, quanto menos for um ato planejado ou voluntário, daí a necessidade de se ter elementos internos e externos para poder contribuir para a obtenção dos resultados.
Assim sendo, a autoajuda seria o processo pelo qual os seres humanos se predispõem (na verdade, se autoenganam) a receber estímulos internos e externos para conseguir atingir objetivos pré-determinados. Aparentemente, haveria um complô estabelecido por nós mesmos que muitas vezes seria coadjuvado por elementos externos (é neste ponto que a literatura de autoajuda se encaixa e faz relativo sucesso, explorando um nicho em nosso comportamento, pois percebe a existência de certa “fraqueza” em nossas atitudes comportamentais) em procura de resultados esperados.
Conquanto, mesmo que sejam temporários (e na maioria de vezes de fato são), estes resultados causariam sensações de bem-estar compartilhado. Portanto, a motivação (o mover-se, ainda que de forma individual) seria uma atitude oportunista do ser humano cujo resultado aponta o dedo em riste para a sensação de vida melhor – uma espécie de realização hedonista preconizada pelos clássicos gregos da Filosofia.
Na esteira destes comentários, é oportuno lembrar que no século XIX, o economista e filósofo moral escocês Adam Smith (1723-1790) escreveu “Teoria dos Sentimentos Morais”, por sinal, seu primeiro livro publicado em 1759, apontando que “os seres humanos são entes racionais que sempre perseguem seu autointeresse. Porém, mesmo seguindo esse interesse próprio, a racionalidade humana, se tiver liberdade para ser expressa e praticada, levaria ao progresso da sociedade”.
Segundo Smith, o mercador ou comerciante, por exemplo, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta (self-interest), é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade.
Interpretando o ponto de vista de Smith é perfeitamente possível ter equilíbrio econômico sendo egoísta e se autoenganando. Nisso não reside nenhum conflito, em nosso entendimento. Nessa mesma ótica, o economista canadense radicado nos EUA, John Kenneth Galbraith (1908-2006) afirma que “os seres humanos, em contraste com as máquinas, avaliam suas próprias posições em relação ao valor de outras e passam a aceitar os objetivos dos outros como os seus, ou seja, um autoengano coletivo com benefício comum”.
É mister reiterar, por outro lado, que a teoria econômica também mostra (e não mascara) as limitações do ser humano. Wiliam Stanley Jevons (1835-1882), economista que se especializou em estudar filosofia e moral, menciona esta temática quando trata de dois dos sentimentos específicos: prazer e sofrimento. Estes seriam como variáveis opostas que devem ser somadas para obter uma espécie de saldo de bem-estar. Uma vez mais, temos aqui a conotação de que a teoria econômica faz uso do cabedal filosófico para expor seus argumentos. Dor e prazer seriam as duas sensações a que o Homem, do passado e dos dias hodiernos esteve, está e estará sempre exposto. Para alcançar a felicidade procura-se, grosso modo, evitar a primeira e realizar-se plenamente na segunda. Não por acaso, os escritos dos economistas utilitaristas, dentre eles Jeremy Benthan (1748-1832) e John Stuart Mill (1806-1873), afiançam esses princípios.
Voltando a Jevons, temos que, o homem nunca está feliz, mas sempre está para ser feliz, e é por esse desafio que é levado a, frequentemente, tomar uma série de decisões ou escolhas dentro de um contexto de pura racionalidade limitada (poucas informações, políticas tendenciosas, etc.).
Nesse pormenor, o processo de escolha, enaltecido por Jevons, seria o objetivo de análise mais considerável do universo da ciência econômica, ainda que paire discordância sobre isso.
No entanto, tudo depende, em termos econômicos, das boas escolhas, nos diz o economista liberal francês Guy Sorman. Essas escolhas, feitas por nós, carregam consigo o postulado defendido com unhas e dentes pela Escola Austríaca de economia, também de cunho liberal, qual seja: é a ação humana que aponta para a capacidade de fazer uma economia prosperar.
Nesse sentido, entendemos que a ação humana é movida pelas ideias que nos levam, na ponta final do processo, às escolhas. Reiteramos, todavia, o cuidado para não confundir ideias com capital humano. As ideias existem em função do capital humano. No entanto, elas somente, isoladas e não levadas a bom termo, não servem para nada. O que nos faz avançar são nossas ações. Leonardo Boff, teólogo brasileiro, a esse respeito é pontual: “Ideias boas podemos até tê-las, mas o que de fato move o mundo são nossas ações”. Reside aí, contudo, o fato de defendermos a inclusão das pessoas no conjunto de operações da economia. Se, de fato, agimos para maximizar nossas vantagens materiais, nada mais justo que inserir e combinar vontades com a participação de cada um. Edmund Phelps, outro nome consagrado da teoria econômica contemporânea reitera que “a boa economia é a que satisfaz a aspiração a uma vida boa”. Isso é, na essência, o que todos buscam ao frequentar o tipo de literatura que mencionamos no início deste artigo; ainda que seja no mais completo autoengano.
Sendo assim, há algo que ainda precisa ser dito: essa situação deixa o ser humano em situação vulnerável e, muitas vezes, dependente (viciado) de estímulos internos e externos. Esse contexto é aproveitado comercialmente pela prática da autoajuda que cumpre papel similar ao da religião. Neste caso, contudo, o faz fornecendo uma espécie de salvação necessária para minimizar impactos negativos de escolhas (ações) erradas ou para contribuir com a obtenção de resultados (objetivos) propostos. Neste caso, ademais, estamos convencidos que a autoajuda seria, na verdade, um completo autoengano.
* Hugo é economista, doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e diretor geral das Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba.
**Marcus é economista pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Osasco (FEAO), mestre pela USP e professor de economia da Faculdade de Ciências da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FAC-FITO) e da Fundação Instituto de Ensino para Osasco (UNIFIEO).
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Carreira & Sucesso

Quais as profissões que vão bombar no futuro?
Pedimos a especialistas que contassem para a gente que carreiras vão oferecer mais vagas e melhores salários nos próximos cinco anos, exatamente quando você estiver entrando - ou prestes a entrar - no mercado de trabalho. Entre elas estão as profissões de biotecnologa e engenheira ambiental
Revista Capricho – 01/08/2010
BIOTECNÓLOGA
Área: ciência.
Por que apostar: a expectativa de vida no Brasil está aumentando. Hoje, há 19 milhões de idosos no país mas, em 2025, 32 milhões de brasileiros terão mais de 60 anos. E a biotecnologia se encarregará de cuidar da saúde e da qualidade de vida dessas pessoas.
O que estudar: engenharia de bioprocessos, engenharia química e biotecnologia ou tecnologia em bioprocessos.
Quanto ganha: pelo menos R$2,5 mil.
ENGENHEIRA AMBIENTAL
Área: sustentabilidade
Por que apostar: muito se fala em energias sustentáveis, aproveitamento dos recursos naturais e cuidados para diminuir a poluição. Mas ainda não há especialistas suficientes nessa área e, como infelizmente nossos problemas são sérios, daqui a anos eles continuarão precisando de solução.
O que estudar: engenharia ambiental ou engenharia de recursos hídricos e do meio ambiente.
Quanto ganha: pelo menos R$ 3,5 mil.
ANALISTA DE MÍDIAS DIGITAIS
Área: internet.
Por que apostar: não é só a gente que adora o Twitter e o Orkut. As redes sociais são o novo meio de comunicação entre empresas e clientes. Dominar as ferramentas delas vai garantir o seu espaço no mercado de trabalho!
O que estudar: relações públicas, publicidade e propaganda, marketing e comunicação social.
Quanto ganha: pelo menos R$ 2,2 mil.
AGENTE DE TURISMO
Área: serviços.
Por que apostar: por causa da Copa do Mundo e das Olimpíadas, o mercado de turismo crescerá muito no Brasil nos próximos anos. Em 2015, serão ao menos 10% a mais de visitantes do que no ano anterior. E, nas Olimpíadas de 2016, o número de turistas no país deve aumentar em 79% em relação à Copa de 2014!
O que estudar: faculdades de turismo e hotelaria e gastronomia.
Quanto ganha: pelo menos R$ 1,8 mil.
PROGRAMADORA
Área: tecnologia da informação.
Por que apostar: em 2013, haverá um déficit de profissionais de 140% nessa área no Brasil. Ou seja, para atender o mercado, a oferta de mão de obra teria que mais que dobrar. O que um profissional de TI faz? Cria programas e sistemas, desenvolve sites e cuida do banco de dados de empresas.
O que estudar: engenharia da computação, análise de sistemas ou sistemas da informação.
Quanto ganha: pelo menos R$ 2,5 mil.
ANIMADORA DE 3D
Área: computação gráfica.
Por que apostar: a indústria de cinema investe cada vez mais nesse formato de filmes - o primeiro 3D brasileiro deve ser lançado neste ano. As redes de TV também já estão estudando formas de produzir e transmitir com essa tecnologia. Além disso, você pode trabalhar criando ilustrações para o mercado publicitário.
O que estudar: design digital, design gráfico e cursos técnicos de design.
Quanto ganha: pelo menos R$ 2 mil.