terça-feira, 16 de junho de 2009

Primeira entrega das doações!



Amigos é a família que escolhemos!








Desde quinta-feira (11/06) eu só me diverti (hehe)

A culpa? é ter os melhores amigos (as) do mundo!!

Foi Pic Nic, Joguinhos (da verdade, imagem e ação, qual é a música, improvável)...
Balada na sexta, no sábado e projeto no Domingo! aí, depois disso, capotei de cansada!!

Mas nada como estar entre amigos!!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Da Epidemia à Economia...

27/04/09 - 17h19 - Atualizado em 27/04/09 - 21h46

Temor sobre gripe suína afeta mercado externo, e Bovespa cai 2%

No exterior, chance de pandemia afetou bolsas dos EUA e da Ásia.
Com isso, o índice Ibovespa perdeu a marca de 46 mil pontos.

Do G1, em São Paulo

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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começou a semana perdendo a marca de 46 mil pontos, em dia marcado pelo temor de que a hipótese de uma pandemia de gripe suínavenha a afetar os balanços de certos tipos de empresas, como as companhias aéreas. Isso afetou os mercados americano e asiático, que recuaram no dia.

 

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Dólar sobe 1,27%, para R$ 2,22

 

O índice Ibovespa, referência para o mercado brasileiro, teve baixa de 2,04%, para 45.819 pontos, nesta segunda-feira (27), na esteira do mau humor internacional. No mercado interno, sofreram no dia ações como JSB (do grupo Friboi, do setor agropecuário) e a TAM, que voa para destinos internacionais.

 Gripe

A cautela dos investidores é atribuída ao surto de gripe suína que surgiu no México e já chegou a algumas cidades dos Estados Unidos e também a países da Europa, como Espanha e Inglaterra. No México, o número de mortes já passa de 140.

 

Embora os mercados asiático e americano tenham recuado com a notícia, na Europa pesaram as indústrias farmacêuticas, que garantiram alta ao indicador FTSEurofirst 300, que reúne os principais mercados do continente, e subiu 0,53% nesta segunda-feira.

 

Na Ásia, Seul e Hong Kong caíram 1,05% e 2,74%, respectivamente. No mercado americano, oíndice Dow Jones, referência para Wall Street, teve baixa de 0,64%, enquanto o indicador Nasdaq, de papéis do setor de tecnologia, perdeu 0,88% no dia.

 

(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)

A gente faz o mesmo nas eleições, mas nada tão explícito!

27/04/09 - 16h19 - Atualizado em 27/04/09 - 16h19

Indianos são obrigados a fazer gesto obsceno antes de votar

Governo controla pleito pintando ponta do dedo médio de eleitores.
No país, assim como no Brasil, mostrar dígito é considerado ofensivo.

Do G1, em São Paulo

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Ampliar FotoFoto: Divulgação

Políticos também são obrigados a fazer gesto obsceno na hora de votar na Índia. (Foto: Divulgação)

Na hora de votar, os eleitores indianos foram convidados a fazer um gesto pouco educado. Não, eles não mostram o dedo do meio como uma forma de protestar contra os políticos do país. O movimento foi criado pela própria Justiça eleitoral do país, como forma de combater fraudes no pleito nacional. 

Normalmente, ao votar, cada indiano tem a ponta do dedo indicador marcada com uma tinta especial, que demora para sair. Desta forma, mesários conseguem evitar que uma pessoa vote duas vezes. Mas como algumas cidades realizaram eleições municipais recentemente, ainda há pessoas com o indicador sujo, o que obrigou a Justiça a determinar a pintura da ponta do dedo médio da mão esquerda. 

"Não percebi que estava fazendo um gesto obsceno até ver a foto nos jornais. É muito de mau gosto", disse o ministro-chefe do estado de Maharashtra, Ashok Chavan, ao "Times of India". 

Na Índia, mostrar o dedo do meio tem o mesmo impacto do que em países ocidentais. Em 2005, o australiano Greg Chappell, então técnico da equipe indiana de críquete, provocou polêmica ao fazer o gesto para um grupo de torcedores.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Be the Change! Seja a Mudança!

Há alguns meses venho aprendendo com grandes amigos a importância que temos na sociedade.
Quando falo em sociedade, digo em vidas, pessoas.
A Faculdade abriu portas que jamais pensei que fossem abrir. Uma delas foi o Rotaract.

Através do meu hoje amigo, mas na época apenas meu professor Leonardo Jianoti, entrei em um mundo conpletamente diferente que sempre desejei viver.

Acreditando na capacidade profissional e pessoal que cada um possui, podemos transformar esse mundo que muita gente diz "perdido" por um mundo melhor.

Somos poucos no mundo, perto da imensidão de jovens da nossa idade (18 até 30 anos), mas o que podemos fazer e o que fazemos atinge a todos.

Viver Rotaract é realizar sonhos. Sejam eles os nossos sonhos, que podem ser o sonho de tantas outras pessoas, sejam eles apenas os sonhos das outra pessoas.

Conheça o Rotaract! Venha participar nesse sonho, que é realidade para tantas pessoas!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Crise no Japão

10/04/09 - 07h54 - Atualizado em 10/04/09 - 08h54

Japão apresenta plano de estímulo econômico

Plano contempla apoio a empresas e medidas para a criação de empregos.
Pacotes de ajuda japoneses já somam US$ 249,1 bilhões.

Da Agência Estado

Ampliar FotoFoto: AFP

Construção civil no Japão: atividade econômica do país encolheu em 2008. (Foto: AFP)

O governo japonês apresentou nesta sexta-feira (10) um plano de estímulo fiscal de 15,4 trilhões de ienes (US$ 154 bilhões) para o exercício 2009, centrado na criação de empregos e ajuda a empresas, informou a agência Kyodo. O partido do governo já havia antecipado detalhes do plano na véspera.

 

A cifra, considerada histórica e equivalente a 3% do Produto Interno Bruto do país, pretende resgatar a economia de um país que enfrenta a pior recessão dos últimos cinco anos, por meio de investimentos e auxílio em eficiência energética, educação e saúde.

 

O plano, apresentado pelo Executivo e a coalizão governista do Partido Liberal Democrata (PLD) e o Novo Komeito, contempla apoio a empresas com problemas de liquidez e medidas para a criação de empregos.

 

Esta série de medidas é a mais ampla dos desafogos fiscais levados a cabo pelo governo japonês nos últimos meses que somam já 25 trilhões de ienes (US$ 249,1 bilhões). As novas ajudas fiscais se financiarão através de emissão de dívida.

 

O primeiro-ministro, Taro Aso, disse na quinta-feira à imprensa que as medidas propostas por seu gabinete pretendem criar 2 milhões de empregos em três anos e levar a demanda a cerca dos 60 trilhões de ienes (US$ 597,840 bilhões).

 

Aso, que enfrenta um baixo índice de popularidade, após sete meses à frente do Executivo condicionou sua permanência no cargaop e a convocação de eleições antecipada à aprovação das medidas de estímulo no Parlamento. Em caso de não se convocar eleições gerais antecipadas, os comícios estão previstos para setembro no Japão.