sábado, 12 de dezembro de 2009

Letras Financeiras também devem pagar compulsório

12/12/2009 | 09:48 | AGÊNCIA ESTADO

Aposta do ministério da Fazenda para ampliar a disponibilidade de crédito de longo prazo, as Letras Financeiras, cuja criação foi anunciada na última quarta-feira, poderão estar sujeitas ao recolhimento compulsório do Banco Central (BC). No dia do anúncio da medida, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o novo instrumento estaria fora do alcance do compulsório, que é um braço da política monetária pelo qual os bancos deixam de emprestar parte dos recursos captados no mercado, que fica depositada no BC. Mas, de acordo com fontes do governo ouvidas pela Agência Estado, a Letra não será isenta do compulsório, cuja definição é atribuição da autoridade monetária.

“O recolhimento compulsório é uma decisão diversa da criação da Letra Financeira. Essa decisão (recolher ou não compulsório) será tomada depois pelo BC dentro da estratégia da política monetária”, afirmou uma fonte do governo. De acordo com outra fonte consultada, há um acerto entre a Fazenda e o BC para que inicialmente não haja retenção de compulsório. “Mas a definição, no futuro, é atribuição exclusiva do BC, que a avalia dentro de sua estratégia”, disse. Um outro integrante do governo não confirma a existência de uma acerto entre as duas partes, mas também realça o papel do BC como definidor da política de recolhimento compulsórios, incluindo a Letra Financeira.

Apesar de haver um consenso no governo sobre a possibilidade de recolhimento compulsório pelo BC nesse novo instrumento, a Fazenda quer deixar ela de fora do alcance da tesoura do BC. A avaliação é que, se parte das captações feitas por esse novo instrumento tiver que ficar parada, o mecanismo ficará mais caro e perderá eficiência. “Não desejamos que haja compulsório sobre isso”, disse uma fonte da Fazenda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Semana foi show de bola!
Sábado reuniões rotaract, domingo tem projeto final da tarde...

Está apenas começando!!

Que venha, sem chuva, please!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Pão de Açúcar anuncia fusão com as Casas Bahia


O Grupo Pão de Açúcar anunciou nesta sexta-feira (4) uma fusão com as Casas Bahia. De acordo com comunicado, o contrato tem o objetivo de integrar os negócios do setor de varejo e de comércio eletrônico. A associação vai unir as operações do Ponto Frio (Globex), das Casas Bahia e do Extra Eletro (Grupo Pão de Açúcar) em uma única e nova sociedade.

A empresa resultante da operação terá 1.582 lojas, em 337 municípios. As unidades estão em 18 estados e no Distrito Federal. O faturamento anualizado da companhia com Ponto e Casas Bahia está ao redor de R$ 40 bilhões.

Com informações do G1.

domingo, 6 de dezembro de 2009

O eclipse total que coincidirá com o final do mundial de futebol

Enquanto realizava-se ontem o sorteio da Copa do Mundo da África do Sul, o planeta futebolístico eclipsou todas as demais notícias, inclusive a de uma coincidência astronômica que acontecerá ao mesmo tempo que a final do mundial.


No domingo 11 de julho de 2010 às 19:33 UTC, durante o intervalo da partida, o céu escurecerá sobre o Pacífico Sul. Durante alguns minutos o sol se esconderá atrás da lua. Uma coincidência que parece premeditada. Ao espetáculo do futebol se acrescentará um maior; milhões de pessoas poderão ver, além das estrelas futebolísticas -espero que Brasil esteja na final-, um espetacular eclipse total.

Será curioso comprovar qual dos dois eventos "astronômicos" conseguirá captar a maior atenção da população da Terra.

Falando em copa de 2010, assim ficaram as chaves do torneio:

http://www.mdig.com.br/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Até quando a gente vai ficar levando porrada??

Entenda a crise política em Honduras

Manuel Zelaya foi derrubado por um golpe militar em 28 de junho.
Lobo venceu eleições em novembro; Congresso foi contra volta de Zelaya.

Do G1, com agências internacionais

Ampliar FotoFoto: Arte/G1

Mapa localiza Honduras e sua capital, Tegucigalpa (Foto: Arte/G1)

O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, que voltou ao país em 21 de setembro, havia sido derrubado por um golpe militar em 28 de junho e obrigado a deixar o país rumo à Costa Rica.

Ele governava desde 2006 e, segundo os golpistas, pretendia incluir nas cláusulas das eleições presidenciais de novembro deste ano uma consulta sobre a possibilidade de mudar a Constituição do país para poder se reeleger. Isso foi usado como argumento para o golpe.

Zelaya foi prontamente substituído no poder por Roberto Micheletti, presidente do Congresso. Micheletti teve o apoio de setores conservadores, embora ambos sejam do mesmo partido político, o Partido Liberal, que saiu rachado da crise.

Os golpistas também acusam Zelaya de corrupção, o que o presidente deposto nega. O governo interino tem uma ordem de prisão contra Zelaya por "traição" e prometia prendê-lo caso ele voltasse ao país.

O golpe criou uma grave crise política em Honduras, com manifestações de rua e embates entre partidários pró e contra Zelaya.

A atitude dos militares foi condenada pela comunidade internacional, liderada pelo presidente norte-americano, Barack Obama, pela União Europeia e por governos latino-americanos, Brasil entre eles, representados pela OEA (Organização dos Estados Americanos) - que suspendeu o novo governo de Honduras, negando sua legitimidade. Vários fundos de ajuda econômica ao país, que é um dos mais pobres da América Latina, foram cortados.

Foto: AFP

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, cercado de partidários, em frente à Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, na segunda-feira (21). (Foto: AFP)

O Departamento de Estado dos EUA "bancou" o presidente da Costa Rica, Óscar Arias, como mediador para tentar uma saída negociada para a crise. Mas as negociações empacaram.

Apesar de Washington ter defendido a volta de Zelaya ao poder e a restituição da normalidade democrática, alguns governos esquerdistas latino-americanos, como o de Cuba, acusam Obama de não ter se mostrado suficientemente crítico ao golpe.

Zelaya, um populista de esquerda aliado ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, mantém seu tom desafiador desde sua derrubada e se refugiou a maior parte do tempo na Nicarágua.

Enquanto isso, o governo interino que apoiou sua derrocada se fortificou no poder, desafiando pedidos e pressões internacionais para que permitisse a volta do presidente deposto.

Micheletti confirmou as eleições para o dia 29, mas não admite que Zelaya concorra.

Em 24 de julho, Zelaya já havia tentado voltar ao país para tentar retomar o poder, mas foi barrado pelo Exército na fronteira e teve de recuar.

Ele acabou conseguindo seu intento em 21 de setembro, aparecendo de surpresa em Tegucigalpa e buscando refúgio na Embaixada do Brasil, onde está abrigado desde então.

Tropas leais ao governo interino cercaram o prédio, o que abriu uma crise diplomática entre o Brasil e Honduras. Confrontos de rua provocaram pelo menos duas mortes no país.

No domingo (27 de setembro), Micheletti baixou um decreto que institui o estado de sítio no país. Mas, pressionado, acabou derrubando o decreto nesta segunda-feira (5).

Várias frentes diplomáticas foram abertas contra o governo interino. Uma comissão da OEA iniciou a negociação com os dois lados na quarta-feira (7), mas deixou o país no dia seguinte sem conseguir garantias sobre o fim da crise.

O diálogo foi retomado no dia 13. No dia seguinte, um representante do governo deposto chegou a anunciar um acordo que dependia apenas da anuência de Zelaya e Micheletti, mas foi desmentido por um comunicado do governo interino.

Na quinta (15), após reuniões que se estenderam por todo o dia, o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, deu mais 12 horas para que o governo interino aceite a volta dele ao poder, principal impasse para o acordo.

Mas o dia de negociações, mais uma vez, emperrou na questão da volta de Zelaya ao poder.

Desde então, as conversas seguem em ponto morto. Na segunda-feira (19), finalmente, o governo suspendeu as restrições que atingiam órgãos de mídia supostamente pró-Zelaya.

No dia 21, o governo interino afirmou que o acordo estava cada vez mais distante.

Em meio ao impasse nas negociações, o governo interino tentava ganhar respaldo internacional para as eleições.

Mas, com a chegada a Honduras do subsecretário para América Latina dos EUA, Thomas Shannon, as negociações voltaram a andar, e, em 29 de outubro, os dois lados anunciaram um acordo, segundo o qual a restituição de Zelaya seria decidida pelo Congresso, como queria o governo deposto.

No entanto, em 3 de novembro, os líderes partidários no Congresso decidiram consultar a Suprema Corte antes de tomar sua decisão. E, na madrugada de 6 de novembro, Zelaya afirmou que o acordo fracassou, e o impasse prosseguiu.

O governo continua com seus esforços para conduzir as eleições e obter respaldo internacional, e Zelaya segue pressionando por sua restituição.

Em 17 de novembro, o presidente do Congresso anunciou que a decisão sobre a volta de Zelaya seria tomada apenas em 2 de dezembro, três dias depois da data marcada para as eleições presidenciais.

No dia seguinte, os EUA afirmaram que mantinham o apoio à eleição e que não viam problema em a decisão sobre Zelaya ter sido marcada para depois do pleito.

Os zelayistas chamaram um boicote às eleições, e o país foi às urnas envolto nesse impasse.

Finalmente, no dia 29, o candidato Porfírio Lobo venceu, teve o reconhecimento dos Estados Unidos, mas não o do governo brasileiro, e o impasse prosseguiu.

Na madrugada de 2 para 3 de dezembro, o Congresso votou contra a restituição de Zelaya. Os EUA lamentaram, mas apoiaram a decisão. Zelaya seguia abrigado na Embaixada.

Livro do Gentili

O thuthuco Danilo Gentili lança seu primeiro livro, praticamente uma auto-biografia da vida escolar que, diga-se de passagem, não deve ter sido tranquila. O Livro de título "Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola" (Panda Books, 2009) nunca será uma indicação minha! Mesmo achando o Gentili uma coisa fofa... (^^)

Em assuntos sobre a vida escolar, sou o contrário. Já discuti em sala de aula por não passar cola aos meus "coleguinhas". Não que eu nunca tenha colado, alto lá... Em algumas disciplinas do ensino médio eu tive que recorrer a essas atitudes medíocres, mas eu precisava de nota! Nunca entendi a tal da Química, Física e Biologia. Até Matemática eu patinava... Enfim...

O livro do fofo Gentili é a descrição do que muitos alunos fazem por aí, mas ele transmite com o humor que é só dele, então acho que a forma se conta as suas "traquinagens" acaba tornando engraçado o que no Brasil é trágico (como muita coisas, muito mais graves...). Não sei se vou comprar o livro, mas vou passar na livraria pra dar uma olhada, quero ver o dom artístico do menino! (as ilustrações são feitas por ele! ain que fofo!)

Vejam a reportagem da Folha sobre o livro: