segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Domingo da Gentileza - Largo da Ordem



Domingo da Gentileza - Largo da Ordem
O Projeto do G3 é o resgate da memória do Profeta Gentileza.
No dia 23 de Agosto, os Rotaracts Clubes Rebouças, Champagnat e Bom Retiro estiveram na feirinha do largo da ordem para espalhar "gentilezas": fitinhas para que as pessoas lembrem-se que Gentileza Gera Gentileza.

E no final, todos nós fomos assistir as apresentações de Dança.
Foi um domingo muito legal, repleto de companheirismo!

Vamos viver Rotaract para Realizarmos Sonhos!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Fumódromos com os dias contados;

proibição começa em novembro

O projeto que proíbe o fumo em locais fechados em todo estado deve entrar na pauta da Assembléia Legislativa nesta quarta-feira

18/08/2009 | 19:39 | GLADSON ANGELI - GAZETA DO POVO

Os fumódromos instalados em prédios públicos e privados de Curitiba deverão ser extintos até o mês de novembro. A lei antifumo, aprovada pela Câmara de Vereadores no início do mês, será sancionada pelo prefeito Beto Richa (PSDB) na quarta-feira (19). A cerimônia de assinatura está marcada para as 11h30, no salão Brasil da prefeitura, no Palácio 29 de Março.

O projeto, de autoria do vereador Tico Kuzma (PSB), libera o fumo somente em locais de cultos religiosos em que faça parte do ritual, nas ruas, praças, espaços ao ar livre, residências e tabacarias. O fim dos fumódromos foi incluído no substitutivo geral apresentado por Kuzma.

A proposta inicial abria uma exceção para bares e restaurantes que implantassem salas exclusivas para fumantes, totalmente isoladas dos demais ambientes. Com o substitutivo, o fumo fica proibido em todos os locais fechados de uso coletivo.

Pelo projeto, os responsáveis pelos estabelecimentos deverão advertir os infratores sobre a proibição. Se os clientes não seguirem as regras e persistirem na conduta, deverão ser convidados a se retirar do local. Em caso de descumprimento, os proprietários podem ser multados em R$ 1 mil e até R$ 2 mil em caso de reincidência.

Qualquer pessoa poderá relatar à prefeitura fato que tenha presenciado de desrespeito a legislação. A lei entra em vigor 90 dias após a publicação no Diário Oficial.

Estado

Um projeto semelhante está pronto para ser votado pelos deputados estaduais. O texto é uma mistura de quatro projetos que tramitam na Assembleia Legislativa. Se aprovada a proposta, será proibido fumar em locais fechados em todo estado. A matéria deve entrar na pauta de votações também nesta quarta-feira (19).

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Mapa da Mente

Mais sobre o Deepak Chopra...


Faça seu mapa da mente

Acompanhe o podcast ilustrado e aprenda a criar o seu mind map

Por Época NEGÓCIOS Online

O médico e pensador indiano Deepak Chopra, em sua última visita a São Paulo, apresentou sua nova ferramenta: o mapa da mente. Trata-se de uma representação gráfica de diferentes aspectos pessoais, que possibilitam organizar a vida concentrando as atenções no que é realmente essencial para cada pessoa.

Para ajudá-lo a construir seu próprio mapa da mente, criamos um tutorial que mostra a criação de um mind map passo-a-passo. Interessado em criar o seu? Clique no link abaixo e ouça o podcast.

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI87192-16292,00-FACA+SEU+MAPA+DA+MENTE.html

Deepak Chopra

Médico indiano, escreveu mais de 25 livros de auto-juda, mas existe um que ficou super famoso: "As Sete Leis Espirituais do Sucesso". Ele ganhou em 1998 o prêmio Ig Nobel da Física, que a instituição americana Improbable Research (Pesquisa Improvável) atribui a trabalhos que "primeiro fazem as pessoas rirem, depois pensarem". Chopra foi condecorado "por sua interpretação única da física quântica aplicada à vida, à liberdade e à busca de felicidade econômica".

Chopra diz que há sete formas diferentes de o ser humano responder aos desafios da vida. Veja de forma resumida como ele descreveu os diferentes níveis de reação. Mas só entrou em detalhes em seis delas, uma vez que a sétima, chamada "resposta transcendental", é alcançada muito raramente, apenas por líderes excepcionais "como uma Madre Teresa de Calcutá", como ele diz.

1. Lutar ou fugir
É uma reação básica que se tem diante de um problema. No entanto, quando não se consegue, de imediato, resolver a situação por meio da luta ou da fuga, o corpo responde com estresse ou mesmo de forma mais grave, como acidente vascular cerebral ou até câncer, segundo Chopra. Seria o momento de passar para o segundo nível de reação.

2. Manipular a emoção
Chopra dá como exemplo de manipulação da emoção o caso de um filho cujos pais se recusam a comprar um pirulito.

Primeiro, a criança tenta ser agradável, diz coisas como "Se você comprar, eu te dou um beijo", "eu te amo" etc. Se não der certo, o filho tenta chamar atenção sendo desagradável, fazendo coisas que sabe que não deve. Em seguida, se retrai, não fala com os pais enquanto eles não compram o tal pirulito. Por fim, faz-se de vítima, tenta se mostrar injustiçado com frases como "para o meu irmão você dá tudo, e para mim, nada".

A manipulação da emoção é muito usada por maus líderes, diz o guru. Em vez do pirulito, pode ser uma promoção na empresa ou por uma vantagem política. Segundo Chopra, 99% dos líderes não passam desses dois níveis.

Na palestra, citou como exemplos o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush e o presidente venezuelano Hugo Chávez. A jornalistas brasileiros, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "certamente não se limita a esses dois primeiros níveis (luta ou fuga e manipulação da emoção), assim como o americano Barack Obama.

3. Manter-se centrado
Para evitar que se fique apenas na mera manipulação da emoção, é preciso centrar-se no seu objetivo. O bom líder, diz Chopra, não deixa que dramas emocionais lhe tirem do foco. "Obama não perde o centro, seja qual for a situação à sua volta".

4. Reagir intuitivamente
A resolução de uma situação de crise exige uma observação racional, mas também é preciso ser capaz de ouvir o próprio corpo, segundo Chopra. Ele diz que uma região cerebral, o chamado cérebro límbico, monitora a reação das pessoas.

"Se alguém não está bem, meu corpo vai sentir e eu vou conseguir ouvir o meu corpo". Em certo momento do seminário, ele aplicou o que seria umexercício para aprender a ouvir o corpo.

5. Buscar solução criativa
Poucos líderes têm facilidade para encontrar uma solução criativa para um problema. Chopra propôs um exercício. Primeiro, pediu que os participantes da palestra desenhassem numa folha um círculo, dentro do qual escreveriam "Reação criativa".

A partir da circunferência, seriam desenhadas cinco setas, uma para cada direção; na ponta de cada uma delas, pediu que fossem escritos, com uma ou poucas palavras, um problema atual a ser resolvido.

Para cada problema, solicitou que se desenhassem três outras setas, nas quais seriam escritas, com poucas palavras, três possíveis soluções. O exercício, segundo Chopra, ajuda a refletir sobre os dramas pessoais e profissionais e organizar o planejamento. A partir dele, o líder chega a soluções criativas.

6. Reagir de forma visionária ou arquetípica
Na prática, é o nível mais alto de resposta que se pode dar aos desafios da vida, segundo Chopra, uma vez que o sétimo só é alcançado por personalidades excepcionais.

A reação dos líderes às situações críticas deve levar em conta um objetivo maior, que é a construção de uma boa história e, portanto, de um mito.

"Vejam o caso de Obama. Ele foi criado pela avó, é descendente de quenianos, estudou na Indonésia e depois em Harvard, e hoje é presidente dos Estados Unidos. Se a gente for olhar para a história dele, a gente diz: 'Essa não é a história de um presidente dos Estados Unidos'. Na verdade, esse é o arquétipo clássico de uma história de aventura".

Os grandes líderes, segundo Chopra, sabem "criar a melhor visão (de mundo), a melhor paixão e a melhor história". Como analogia, ele chama atenção para o fato de que, ao comprar um produto, as pessoas estão na verdade consumindo mitos.

(Fonte: UOL)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

TV Gentileza - Uma produção independente de jovens rotaractianos que acreditam na transformação do mundo!

Acreditar que gentileza gera gentileza é o início de um mundo melhor!

Gere Gentileza!

Programa 1 - Treinamento sobre gerenciamento de projetos e a profissão na áera do terceiro setor com Amanda Novack.




segunda-feira, 3 de agosto de 2009

21/07/09 - 19h47 - Atualizado em 21/07/09 - 19h48

Google anuncia 100 mil convites para o Google Wave

Empresa tem objetivos ambiciosos para serviço online.
Números indicam intenção de superar Twitter e Facebook.



Do G1, em São Paulo


Depois de pouco menos de dois meses do lançamento do “Google Wave” – serviço roda em navegadores web, combinando elementos de e-mail, mensagens instantâneas, enciclopédias colaborativas e compartilhamento de fotos –, o Google anunciou que planeja estender o serviço para 100 mil pessoas até o dia 30 de setembro.

"Esta ação abrirá o Wave em vez do 'Sandbox' que temos utilizado atualmente, e nós planejamos envolver 100 mil usuários" revelou no site da empresa Dan Peterson, Gerente de Produto do Google Wave.

No último dia 17 de julho, a empresa já havia anunciado que pretende convidar as 20 mil pessoas que solicitaram acesso ao Sandbox do produto até o final de agosto. "Estamos gradualmente aumentando a capacidade do Sandbox e esperamos terminar de ativar todos os 20.000 pedidos no próximo mês".

Futuro

Entre outras coisas, a empresa espera que o Wave consiga se estabelecer entre os serviços mais populares da internet, como o Twitter, o Facebook e e-mails", disse à “Associated Press” Lars Rasmussen, gerente de engenharia do Google.

O Wave foi projetado para facilitar as conversas de e-mail, oferecendo ferramentas para destacar determinados trechos das conversas. Em mensagens instantâneas, um usuário vai poder ver o que os outros estão escrevendo enquanto digitam - ao menos alterem as configurações de privacidade. Fotos e outros aplicativos on-line, chamados de "widgets", também poderão ser incorporados ao serviço.

O Google Wave também poderia facilmente funcionar com o sistema de publicidade utilizado pelo Gmail, mas Lars diz que ainda é muito cedo para prever como a empresa poderia lucrar com o serviço.

sábado, 1 de agosto de 2009

Mensagem aos Jovens Economistas
Por Marcus Eduardo de Oliveira*

Em “Princípios de Economia”, Alfred Marshall (1842-1924) afirma que a Economia “é um estudo dos homens tal como vivem, agem e pensam nos assuntos diários da vida”.

Gregory Mankiw diz que “Economia é um grupo de pessoas que interagem entre si”.
Das muitas definições/objetivos que o termo Economia carrega talvez a de Colin Clark (1905-1989) seja a que melhor se enquadra naquilo que entendemos ser o objetivo precípuo das ciências econômicas: “O objetivo da economia não é a produção de riqueza, mas proporcionar bem estar aos indivíduos”, nos diz C. Clark.

O certo é que desde a obra seminal de Adam Smith, (A Riqueza das Nações) as ciências econômicas vêm ganhando destaque e relevo na administração pública, guardando assim estreita sintonia com a origem do termo que remonta ao pensador grego Xenofonte (430-355 a.C) que definiu Economia pela primeira vez como “administração da casa”; nos dias de hoje, também pode ser entendido como “administração da coisa pública”.

Feitas essas primeiras incursões o fito deste artigo se põe agora a discutir junto aos jovens economistas brasileiros qual o atual e o mais preponderante papel que a economia (enquanto ciência) vem desempenhando na sociedade moderna e, em especial, em sociedades que amargam profundas e históricas desigualdades sociais, como é o típico caso brasileiro.

Quantos de nossos jovens, recém saídos das universidades, diplomados em Ciências Econômicas, se põem a perguntar: quais os desafios da profissão de economista? E agora, como economista formado, o que quero e devo fazer? Como devo agir? Quais são as inquietações reflexivas a que um economista estará exposto? Quais interrogações os cercarão?

Leia mais em: http://www.oeconomista.com.br/mensagem-aos-jovens-economistas-brasileiros/

* Marcus Eduardo de Oliveira é economista e professor universitário. Mestre pela USP em Integração da América Latina, especialista em Política Internacional e autor do livro “Conversando sobre Economia” (ed. Alínea).